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terça-feira, 26 de março de 2019

Desafio de Escrita | Semana(s) da Leitura(s)

Desafio de Escrita, lançado na(s) Semana(s) da Leitura(s), incitava os alunos a escrever um texto criativo que começasse com uma personagem a abrir uma porta...
Eis os textos vencedores:
 2.º Ciclo
                                                    









3.º Ciclo

                                                                    O cetro do poder

E resolvi abrir a porta. Lá estava! Aquilo que eu mais precisava…
Deixem-me voltar atrás e explicar. Eu sempre tive uma chave muito valiosa deixada pelo meu bisavô. Essa chave abria um cofre que continha um cetro muito poderoso, mas o que interessava, era uma esfera que se encontrava em cima do mesmo que podia controlar a meteorologia em qualquer lugar do planeta.
O cetro, assim como o mapa para o encontrar, foram expostos ao mundo, logo muitos países foram em busca dele, incluindo o meu.
O governo pediu ajuda à minha agência secreta pois tínhamos uma grande vantagem: eu tinha a chave, por isso a agência escolheu-me e ao meu companheiro Richard (de ascendência americana) para encontrar o cetro. E lá fomos.
Primeiro passamos pelo Paraguai para contactar um espião nosso que nos deu informações sobre quem seria o nosso pior inimigo nesta busca (Jason Morrison dos Estados Unidos).
Depois dirigimo-nos a Sydney onde se encontrava o cetro. Rapidamente encontramos a sua localização (debaixo de um café), procuramos por todo o café e finalmente encontramos uma passagem secreta na cozinha, movendo o fogão para a parede.
Descemos, vimos um cofre, a chave serviu na porta e lá estava o cetro. Tirei logo a esfera e pu-la na mochila.
De repente Jason desce, aponta-nos duas armas e pede-nos o cetro. Resolvemos negociar: trocamos o cetro pela vida. Escapamos ilesos! Jason não percebeu: o cetro sozinho era inútil!
A minha agência ficou com a esfera. Objetivo concluído!!!
João Dias, 7.ºC

                                              Secundário                                                      


                                                A Sombra e a Incógnita

Hoje uma pessoa enigma abriu-me a porta da amizade.
Chamava-se assim e era como se fosse a minha irmã gémea. Gostávamos de estar juntas e, mesmo sem nenhuma palavra, entendíamos o que a outra sentia ou pensava.
Divertíamo-nos com enigmas e puzzles de cabeça. Um dia fizemos uma viagem ao mundo dos sonhos, que era onde estavam todos os nossos objetivos. Sabíamos que teríamos de lutar muito para os conseguirmos realizar. Era essa a função da nossa vida e era por isso que todos os nossos sonhos não passavam de fantasias. Possivelmente seria necessário muito mais tempo para realizar todos os sonhos que idealizáramos. Construímos uma vida criada a partir dos nossos objetivos, vivendo na tristeza de não os conseguirmos realizar todos.
Numa tarde de nevoeiro e de chuva, correremos para apanhar o avião de volta ao mundo real. Contudo, um carro a alta velocidade não conseguiu travar a tempo e junto fui eu, ela e todos os nossos mistérios. Era a pessoa mais importante que eu tinha, era o meu mistério mais seguro e mais bem guardado. Era a versão mais adulta do que eu seria.

Mariana Reis, 10.ºI


Parabéns aos vencedores!


terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Desafio de Escrita - Vencedores


O Desafio de Escrita, lançado na Semana da Cultura Científica, incitava os alunos a escrever um texto criativo, que pudesse ser publicado num jornal, a anunciar uma grande descoberta científica. Eis os textos vencedores:


2º Ciclo

Fotografia Voadora

No ano de 2018, uma equipa de engenheiros informáticos descobriu como fazer voar uma máquina fotográfica, quando estavam a estudar na Universidade de Coimbra.
Tudo aconteceu num dia de aulas, como todos os outros, quando o professor explicava aos alunos a evolução das máquinas fotográficas. A certa altura, atrapalhado, estava a tentar descobrir como ligar a máquina. Os alunos, muito interessados, tentavam dizer que o botão “on” já é digital. Quando chamaram a atenção do professor, este deixou cair a máquina fotográfica, que se partiu em muitos pedacinhos. E assim acabou a aula, com o professor bastante corado.
Um grupo de amigos estudantes, depois de sair da aula, brincava sobre o que se tinha passado, quando alguém disse que as máquinas não têm asas para voar. Nesse momento, ficaram todos calados porque desse problema surgiu uma ideia genial: colocar uma hélice na máquina.
Passado algum tempo, o grupo de amigos dava uma entrevista a um jornal, anunciando a grande descoberta.
E foi assim que se descobriu o drone, cujo nome se formou quando o Dr. Carlos carregava no “on”.

Leonor Filipa Fonseca, 5.ºA



3.º Ciclo

Descoberta a Cura para o Cancro do Pulmão


No Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, foi hoje descoberta a cura para o Cancro do Pulmão.
Desde os primeiros casos de Cancro de 2006, os cientistas têm estado em observação contínua dos núcleos das células do cancro, que estão em constantes mutações. Já no início, os cientistas ponderavam a hipótese de as mutações contínuas a nível celular terem um padrão que se repetia em todas as mutações, e depois de 4006 dias (cerca de 11 anos) de observação, concluíram que estavam corretos.
As mutações ocorrem exatamente de 54 em 54 dias, e duram 4006 dias para voltarem à forma original. Já que este padrão de mutação ocorre apenas em metade do tumor, é possível desenvolver uma cura.
Esta cura consiste num líquido com glóbulos brancos doados por terceiros que são alterados para se poderem adaptar ao cancro que cada doente tem. O processo de desenvolvimento de cada líquido é simples pois foi criada uma máquina que altera os glóbulos brancos e faz a tal "cura personalizada". Já a outra parte dos glóbulos brancos, é alterada consoante o tipo e fase do padrão de mutação do cancro, que antes,tem de ser identificada por um microscópio eletrónico de alta resolução.
A cura para o cancro do pulmão está a revolucionar a medicina e também tecnologia, pois só com o trabalho em equipa, liderado pela Dr.ª Maria, no CHUC-Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, foi possível avançar tanto!
Duarte Domingues, 8.º B 


Secundário

A Vacina da “Vida”

Os cientistas da Universidade de Coimbra descobriram recentemente a vacina que se designa pelo nome “vida”. Esta vacina permite prolongar os anos de vida de cada pessoa, além disso também rejuvenesce.
A vacina foi descoberta através de uma fórmula que os cientistas passaram anos a desenvolver, devido ao facto de estarem a morrer mais pessoas do que aquelas que nascem, consequência da poluição e das alterações do clima.
Esta descoberta só trará benefícios às pessoas. No entanto, só a algumas, pois o governo apenas financiará 500 doses da vacina. Quem é rico terá livre acesso, desde que a pague. Apesar de Portugal ter tido uma descoberta extraordinária, o nosso governo não permite que esta seja de livre acesso a todos os cidadãos. Enfim, é o governo que temos…
Os cientistas têm como objetivo diminuir a mortalidade, uma vez que há, cada vez mais, pessoas a morrer devido ao clima e à poluição. Embora a população mundial tenha conseguindo diminuir a poluição, as pessoas continuam a morrer em grande quantidade, devido a alterações climáticas bruscas. Na tentativa de solucionar este problema, foi criada esta vacina.
Mariana Reis 10.ºI

Muitos parabéns aos vencedores! 
Os prémios serão entregues em janeiro.
Prometemos mais desafios para o 2.º período!