quinta-feira, 26 de abril de 2012

The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore

Exposição de Inglês


Estão expostos no hall de entrada 31 posters relativos às exposições "You see the UK" e "You see America", dinamizadas pelo grupo de Inglês/Alemão. Os referidos posters são alusivos a diversos aspetos da história, geografia e cultura do Reino Unido e Estados Unidos da América.
As turmas de Inglês do Secundário têm visitado a referida exposição respondendo a um questionário previamente elaborado pelos professores do 9º Grupo.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Livros à solta - Vamos partilhar Abril



Hoje, ao final da tarde, realizou-se mais uma sessão de Livros à solta, desta vez sob o lema Vamos partilhar Abril!

Professores da Escola (Maria da Luz Santos e José Alberto Melo) e do Conservatório (Flávio Pinho) e duas funcionárias (Maria José Santos e Magda Santos) recordaram "onde estavam" no 25 de Abril e partilharam as suas recordações dos momentos marcantes que viveram,  intercalando com alguns apontamentos de música e poesia. O aluno Gonçalo Coimbra, do 11º ano, nascido bem depois do 25 de Abril, leu um poema de sua autoria dedicado ao Capitão Salgueiro Maia.
Com esta sessão se lembrou e celebrou na nossa escola esta data histórica que trouxe a liberdade e democracia ao nosso país!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Entrega dos prémios do Concurso de Poesia



Depois do teatro, foram entregues os prémios aos vencedores do Concurso "Há poesia na escola?", nos diversos Ciclos de Ensino. 
Mais uma vez, felicitamos a nossa aluna Patrícia Eloy, do 11º H, vencedora na categoria de Ensino Secundário
Também foram entregues Menções Honrosas aos restantes finalistas das escolas, no nosso caso à Margarida Gingeira, do 5º B e à Mariana Araújo, do 9º A
Parabéns a todos estes pequenos autores, distinguidos no Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor!

A Biblioteca russa



À tarde, o público da Biblioteca Municipal, pôde assistir à peça "A Biblioteca Russa", de Jorge Louraço Figueira, adaptado pel´O Teatrão.

Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor

Hoje, Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, o município de Coimbra promove a abertura oficial das comemorações dos 90 anos da Biblioteca Municipal de Coimbra, com um conjunto diversificado de atividades a decorrer na Biblioteca Municipal. Logo às 10h15, a intervenção de abertura pelo Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, João Paulo Barbosa de Melo; ao longo do dia, duas sessões de teatro, a entrega de prémios aos alunos vencedores do Concurso "Há poesia na escola?" promovido pela BMC/SABE e Rede de Bibliotecas de Coimbra, bolo dos 90 anos, entrevista com Henrique Barreto Nunes e Jorge Pais de Sousa e "Contos de Grimm" na Biblioteca Infantil.

O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril. Trata-se de uma data simbólica para a literatura, já que, neste dia desapareceram importantes escritores como Cervantes e Shakespeare. A ideia da comemoração teve origem na Catalunha: a 23 de Abril, dia de São Jorge, uma rosa é oferecida a quem adquirir um livro. Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do mundo.

sábado, 21 de abril de 2012

Um olhar sobre a União Eurpoeia


Ontem, dia 20 de abril, pelas 21h30, teve lugar, no Teatro Académico de Gil Vicente, o Congresso de Encerramento do I Ciclo de Conferências - "Um olhar sobre a União Europeia"
No âmbito deste Congresso, foi feito um convite às escolas da Rede de Bibliotecas de Coimbra para participarem com trabalhos alusivos ao tema "UE: um olhar para o futuro".
Os alunos da turma de Artes do 10º D da nossa escola, na disciplina de Desenho A, orientados pela professora Ana Vinhas, desenvolveram trabalhos muito interessantes sobre a temática, que, a par de mais alguns de outras escolas, estarão expostos no TAGV desde ontem e durante a próxima semana.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Rostropovich visto pelos alunos


Os alunos do Conservatório de Música de Coimbra também assinalaram os 85 anos do nascimento de Mstislav Rostropovich realizando inúmeros trabalhos.

Exposição sobre Mstislav Rostropovich


Esta exposição mostra fotografias cedidas pelo professor Alexandr Ioffe, do Conservatório de Música de Coimbra, que contou com o apoio da Embaixada da Federação da Rússia.

Mstilav Leopoldovitch Rostropovich (27 de março de 1927 - 27 de abril de 2007) foi um violoncelista e maestro russo, unanimemente apontado como o maior violoncelista do século XX.
Nasceu no Azerbaijão, mas a família mudou-se para Moscovo quando ele era pequeno. Rostropovich iniciou o estudo de piano aos 4 anos com a mãe, uma talentosa pianista, e aos 8 anos começou a estudar violoncelo com o pai, também um renomado violoncelista. Teve como professores compositores célebres como Serguei Prokofiev (1891-1953) e Dmitri Shostakovich  (1906-1975), com quem manteve uma profunda amizade. 
Foi também um grande maestro.
Ver mais informação aqui.

Concurso Nacional de Leitura - Fase Distrital



Realizou-se ontem, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz, a Fase Distrital do Concurso Nacional de Leitura. Depois de realizada a prova escrita, foram apurados seis alunos do Básico e seis do Secundário para a Prova Oral que consistia, para cada aluno, na resposta a uma pergunta-surpresa, na leitura expressiva de um texto e na apresentação de uma quadra de sua autoria. Para esta prova foram selecionadas duas alunas da nossa escola: Ana Catarina Pastilha, do 8º A e Nadejda Licova, do 11º C. Contas feitas pelo júri, e declarada a dificuldade da decisão devido à qualidade das provas, foram finalmente revelados os três finalistas de cada Ciclo. A nossa aluna Nadedja Licova obteve o 3º lugar do Secundário! 
Parabéns aos finalistas e parabéns a todos pelo empenho, entusiasmo, dedicação e qualidade das provas prestadas! 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Google homenageia Antero de Quental

Comemora-se hoje o 170º aniversário do nascimento de Antero de Quental (Ponta Delgada, 18 de abril de 1842 - Ponta Delgada, 11 de setembro de 1891), escritor e poeta português dos mais importantes do séc. XIX.
A citação do poeta apresentada diz: "A Poesia é a confissão sincera do pensamento mais íntimo de uma idade"

terça-feira, 17 de abril de 2012

Encontro com o poeta Ivo Machado



Hoje decorreu o encontro com o escritor e poeta Ivo Machado. Uma aluna fez a apresentação biobibliográfica do autor e três alunos recitaram alguns dos seus poemas da antologia "Poemas Fora de Casa". Em seguida, o poeta Ivo Machado falou da sua carreira literária desde os tempos do liceu, deliciando a plateia com a sua experiência literária e histórias de vida, intercaladas com a leitura de vários dos seus poemas.
Foi um momento cultural muito intenso que despertou a sensibilidade de todos os presentes e dos alunos em particular que, no final, manifestaram a sua opinião com os pensamentos que a seguir se transcrevem:

"A sessão superou as minhas expetativas. Quando o autor... começou a falar, rendi-me. A sua voz grossa prendeu-me na imensidão das palavras." 

" A poesia é a água que mata a sede" - "Não sabendo o que era a poesia, o escritor Ivo Machado forneceu-nos as ferramentas para que nós, as "plantas do futuro" tentemos responder."

" A sessão acabou por ser uma excelente oportunidade de conhecer a poesia através dos olhos de um poeta que diz não saber o que é sê-lo." 

"Foi uma apresentação espetacular, tanto que passaria muitas mais horas a ouvir aquelas histórias e aquela forma profunda de expressar as palavras." 

"O Autor abriu-me o apetite para mergulhar num dos seus belos livros e contemplar a escrita e a história que se escondem por detrás de cada palavra." 

"Disse-nos que a poesia... era como se fosse a água que saciava a sua sede, o que é, no meu ponto de vista, uma maneira bastante bonita de se expressar como escritor e poeta."  

"Acho que os seus poemas são tão bons porque o autor dá tanta importância às palavras que os compõem, alimentando-as, penteando-as e lavando-as."


Agradecemos ao poeta a sua disponibilidade e simpatia e desejamos-lhe a continuação do seu sucesso literário!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Concurso Nacional de Leitura



Pelo segundo ano consecutivo, a Biblioteca Municipal da Figueira da Foz organiza a fase distrital do Concurso Nacional de Leitura, que terá lugar no dia 18 de abril, no Centro de Artes e Espetáculos, com a participação de alunos e professores acompanhantes de 23 escolas do distrito de Coimbra.

O júri desta fase é constituído pelo Vereador da Cultura António Tavares, a escritora Maria João Lopo de Carvalho e a professora coordenadora interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares, Graça Barão.
A apresentação estará, mais uma vez, a cargo de Miguel Babo.


A nossa escola será representada por três alunas do Básico: Joana Carolina Carvalho (7º A), Constança Videira (7º C) e Ana Catarina Pastilha (8º A) e três alunos do Secundário: Mariana Pereira (11º B), Nadejda Licova (11º C) e Gonçalo Coimbra (11º H).
Boa sorte para todos!

Encontro com Marta Carvalho



Convidámos a nossa aluna Marta Carvalho, do 12º A, autora do livro "Reflexo Perdido", escrito quando frequentava o 8º ano e publicado no final do 10º, a partilhar a sua experiência de jovem escritora com as turmas do 8º ano. As sessões decorreram num ambiente informal e permitiram aos alunos questionar a colega mais velha sobre as personagens do livro, o que a levou a escrevê-lo, qual a importância da escrita na sua vida e como consegue conciliar tadas as atividades a que se dedica.
Obrigada, Marta. Continua a escrever! Desejamos-te muitos sucessos futuros!


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Dia Internacional do Livro Infantil



Este ano, para assinalar o Dia Internacional do Livro Infantil, a DGLB convidou a ilustradora Yara Kono, vencedora do Prémio Nacional de Ilustração do ano passado, para fazer o cartaz alusivo à data.


O Dia Internacional do Livro Infantil foi criado pelo IBBY (Conselho Internacional sobre Literatura para os Jovens) em 1967, em honra do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, cujo aniversário de nascimento se comemora no dia 2 deste mês.
A mensagem oficial deste ano para este dia é do poeta mexicano Francisco Hinojosa e intitula-se "Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro":


“Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro. Na verdade não era só um, mas muitos os contos que enchiam o mundo com as suas histórias de meninas desobedientes e lobos sedutores, de sapatinhos de cristal e príncipes apaixonados, de gatos astutos e soldadinhos de chumbo, de gigantes bonacheirões e fábricas de chocolate. Encheram o mundo de palavras, de inteligência, de imagens, de personagens extraordinárias. Permitiram risos, encantos e convívios. Carregaram-no de significado. E desde então os contos continuam a multiplicar-se para nos dizerem mil e uma vezes: “Era uma vez um conto que contava o mundo inteiro…”
Quando lemos, contamos ou ouvimos contos, cultivamos a imaginação, como se fosse necessário dar-lhe treino para a mantermos em forma. Um dia, sem que o saibamos certamente, uma dessas histórias entrará na nossa vida para arranjar soluções originais para os obstáculos que se nos coloquem no caminho.
Quando lemos, contamos ou ouvimos contos em voz alta, estamos a repetir um ritual muito antigo que cumpriu um papel fundamental na história da civilização: construir uma comunidade. À volta dos contos reuniram-se as culturas, as épocas e as gerações, para nos dizerem que japoneses, alemães e mexicanos são um só; como um só são os que viveram no século XVII e nós mesmos, que lemos um conto na Internet; e os avós, os pais e os filhos. Os contos chegam iguais aos seres humanos, apesar das nossas grandes diferenças, porque no fundo todos somos os seus protagonistas. Ao contrário dos organismos vivos, que nascem, reproduzem-se e morrem, os contos são fecundos e imortais, em especial os da tradição oral, que se adequam às circunstâncias e ao contexto do momento em que são contados ou rescritos. E são contos que nos tornam seus autores quando os recontamos ou ouvimos.
E também era uma vez um país cheio de mitos, contos e lendas que viajaram durante séculos, de boca em boca, para mostrar a sua ideia de criação, para narrar a sua história, para partilhar a sua riqueza cultural, para aguçar a curiosidade e levar sorrisos aos lábios. Era igualmente um país onde poucos habitantes tinham acesso aos livros. Mas isso é uma história que já começou a mudar. Hoje os contos estão a chegar cada vez mais aos lugares distantes do meu país, o México. E, ao encontrarem os seus leitores, estão a cumprir o seu papel de criar comunidades, de criar famílias e de criar indivíduos com maior possibilidade de serem felizes.”
Francisco Hinojosa
(trad. Maria Carlos Loureiro)