sábado, 18 de outubro de 2014

Man Booker Prize 2014


O australiano Richard Flanagan venceu o Man Booker Prize, com o romance The Narrow Road to the Deep North, inspirado pela experiência do pai como prisioneiro de guerra durante a Segunda Guerra Mundial.
O livro conta a história de um cirurgião preso num campo de trabalho entre a Tailândia e a Birmânia, conhecido como “o caminho-de-ferro da morte”.
O romance que lhe valeu o Man Booker Prize demorou 12 anos a escrever. O pai morreu no dia em que terminou o livro.
O Man Booker Prize é um dos prémios literários mais prestigiados do mundo e é entregue ao que for considerado o melhor romance original em língua inglesa.
Segundo a BBC, este foi o primeiro ano em que o Man Booker foi aberto a todos os autores de língua inglesa, independentemente da nacionalidade.
 

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Livro premiado


O livro Nunca digas nunca!, de Lara Xavier, ilustrado por Raquel Pinheiro, editado em 2012, foi distinguido com o Prémio António Quadros Literatura Infanto-Juvenil
 
Depois de premiar obras nas categorias de Filosofia (2011), Poesia (2012) e Romance (2013), a Fundação António Quadros decidiu este ano distinguir a Literatura Infanto-juvenil", disse à Lusa fonte da Fundação.

Podem encontrar este livro na nossa BE!

Prémio Leya 2014


O Meu Irmão, de Afonso Reis Cabral, é o romance vencedor do Prémio LeYa 2014, escolhido entre 361 originais, de autores de 14 países. O anúncio foi feito hoje por Manuel Alegre, presidente do júri, que adiantou que o autor tem 24 anos e é descendente do escritor José Maria Eça de Queiroz, autor de Os Maias.
Na sessão de anúncio, Manuel Alegre disse que o livro «trata de um tema delicado que podia suscitar uma visão sentimental vulgar: a relação entre dois irmãos, um deles com Síndroma de Down».
O júri salientou que a realidade foi «trabalhada de uma forma objetiva e com a violência que estas situações humanas podem desenvolver» e que o romance faz «um retrato social que evita tomadas de decisão fáceis, obrigando a um investimento numa leitura que nos confronta com a dificuldade de um mundo impiedoso».
Afonso Reis Cabral nasceu em Lisboa, cresceu e estudou no Porto até ao ensino secundário. Em 2005 publicou o livro de poemas Condensação, escrito entre os 10 e os 15 anos. Escreve desde os 9 anos, começou na poesia e depois experimentou a prosa. Em 2008 ficou em 8º lugar no 7th European Student Competition in Ancient Greek Language and Literature entre 3532 concorrentes de 551 escolas europeias e mexicanas, tendo sido o único português a concorrer.
Atualmente a trabalhar na editora Alethêia, o vencedor é licenciado em Estudos Portugueses e Lusófonos pela Universidade Nova de Lisboa, onde fez também um mestrado de Estudos Portugueses. 

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Prémio Nobel da Paz


O Prémio Nobel da Paz foi atribuído na sexta-feira à ativista paquistanesa Malala e ao indiano Kailash Satyarthi. O prémio foi atribuído aos dois ativistas, um hindu e uma muçulmana, um indiano e uma paquistanesa, que se juntam numa luta comum pela educação e contra o extremismo "pela sua luta contra a repressão de crianças e jovens e pelo direito de todas as crianças à educação", segundo o comité.
Malala Yousufzai foi galardoada, em 2013, com o prémio Sakharov, atribuído pelo Parlamento Europeu. Torna-se agora, aos 17 anos, a mais jovem vencedora do Prémio Nobel.
Em 2012, Malala foi alvo de um atentado por um grupo de taliban que controlava a região paquistanesa onde vivia, sobreviveu e tornou-se uma das vozes mais ouvidas na área dos direitos das crianças à educação. Entre as muitas ações em que participou, sublinha-se o discurso da jovem na sede da ONU em Nova Iorque, em que apelou à tolerância e compreensão entre os povos.
O dia 12 de Julho, data do seu aniversário, foi baptizado pela ONU como o “Dia de Malala”. Há um ano foi publicada a sua biografia, Eu, Malala, da autoria da jornalista britânica Christina Lamb, que podem encontrar na biblioteca da nossa escola.
 

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Prémio Nobel da Literatura 2014 para Patrick Modiano

 
A Academia Sueca atribuiu hoje o Prémio Nobel da Literatura ao escritor francês Patrick Modiano, destacando o modo como a sua “arte da memória evoca os mais inefáveis destinos humanos e desvela o mundo da ocupação”. Isto é, da ocupação alemã da França durante a Segunda Guerra, um tópico recorrente na obra de Modiano, filho de uma actriz flamenga e de um judeu de origem italiana.
 
Considerado por alguns críticos o mais importante escritor francês vivo, Patrick Modiano, nascido em Boulongne-Billancourt, nos arredores de Paris, em 1945, publicou o seu primeiro romance, La Place de l'Étoile, em 1968. Dez anos após este livro de estreia, que foi bem acolhido pela crítica e lhe valeu alguns prémios menores, recebeu o prestigiado prémio Goncourt por Rue des Boutiques Obscures (1978), que foi também o seu primeiro livro editado em Portugal, pela Relógio D’Água, com o título Na Rua das Lojas Escuras.
Modiano já recebera em 1972 o Grande Prémio de Romance da Academia Francesa com Les Boulevards de Ceinture, e ao longo dos últimos anos tem sido galardoado, pelo conjunto da sua obra, com os mais importantes prémios literários franceses e europeus.
 
Este é o quarto prémio atribuído pela Academia Sueca este ano depois do Nobel da Medicina (John O'Keefe, May-Britt Moser, Edvard Moser), da Física (Isamu Akasaki, Hiroshi Amano, Shuji Nakamura) e da Química (Eric Betzig, Stefan Hell, William Moerner).
 

Novas aquisições


Escritor turco Ohran Pamuk recebeu prémio em Lisboa

No passado dia 3 de outubro, o escritor Orhan Pamuk recebeu em Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian, o Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural.
Este Prémio, instituído no ano passado pelo Centro Nacional de Cultura, em cooperação com a Europa Nostra, a principal organização europeia de defesa do património que o CNC representa em Portugal, e com o Clube Português de Imprensa, distingue contribuições excepcionais para a divulgação do património cultural e dos ideais europeus.
Orhan Pamuk nasceu em Istambul em 1952 e é o principal romancista turco da atualidade.
Em 1995, publica o romance A Vida Nova (Yeni Hayat), que se tornaria num dos livros mais lidos de sempre na Turquia. A consagração definitiva dos críticos literários viria em 1998, com O Meu Nome É Vermelho, mas o que o catapultou definitivamente para a fama mundial foi o facto de ter sido galardoado, a 12 de Outubro de 2006, com o Nobel de Literatura.
O livro A Vida Nova, de Ohran Pamuk, é uma das novas aquisições da nossa BE.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Dia do Diploma 2014



No passado dia 3 de outubro decorreu no Grande Auditório da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra e da Escola Básica e Secundária Quinta das Flores, a entrega dos diplomas de mérito e de conclusão de curso aos alunos que frequentaram esta escola no ano letivo transato. Um auditório repleto de alunos, pais, professores e alguns convidados, aplaudiu cerca de 400 jovens, do 5º ao 12º ano, que se distinguiram pelo bom aproveitamento, pela assiduidade e ainda os que se destacaram pelo envolvimento em projetos ou iniciativas de caráter cívico relevante.

A cerimónia teve início com os discursos de abertura do presidente do Conselho Geral, José Carlos Balsa, da Diretora da Escola, Ana Margarida Marques e do Diretor do Conservatório, Manuel Rocha, seguindo-se uma pequena encenação em torno do filme O Clube dos Poetas Mortos, que contou com a participação de um professor e alguns alunos. O evento foi ainda marcado por momentos culturais e musicais, com destaque para a declamação dos poemas Invíctus e Pelo Sonho é que vamos, também por alunos, e algumas canções acompanhadas ao piano. Ao longo de cerca de hora e meia, subiram ao palco os alunos premiados e os respetivos diretores de turma, para receberem os Diplomas e assim usufruírem de uns breves, mas merecidos, momentos de glória.

Na sessão de encerramento, os finalistas foram chamados, um a um, tendo permanecido no palco para acompanharem e aplaudirem os alunos que se distinguiram, pelos seus resultados escolares, nos Cursos Científico Humanísticos e nos Cursos Profissionais. À melhor aluna dos referidos cursos, Márcia Magalhães, o diploma foi entregue pelo Diretor dos Cursos Profissionais, Lúcio Pratas, subdiretor da escola e à melhor aluna dos cursos Científico Humanísticos, Filipa Dias, foi entregue pela Diretora, Ana Margarida Marques.

A organização do evento esteve, este ano, a cargo dos professores do Departamento de Matemática e Ciências Experimentais.
José Pedro Fernandes (professor de Educação Física)