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A mostrar mensagens de Outubro, 2008

Concurso "DESAFIOS"

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A Biblioteca promove, semanalmente, e em alternância, o concurso "DESAFIOS":Científicos, Literários e Desportivos. São colocadas aos alunos questões que os incentivam à pesquisa e lhes desenvolvem a sua cultura geral. No final de cada período atribuir-se-á um prémio a quem tiver mais respostas certas. Participem!

Sugestão de leitura

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Relembrando José Cardoso Pires, dez anos depois da sua morte, aqui deixamos a nossa sugestão, O Delfim, talvez a sua obra mais conhecida. A história tem início com o regresso de um escritor à Gafeira e o romance parte do seu olhar crítico para se desenvolver numa narrativa de tons policiais.

Não perca esta leitura.

Destaques da imprensa

Visão, nº 816, 23 a 29 de Outubro

Cáustica e em forma, fala de Portugal, da Educação, dos políticos e de si própria. Gostava de ter nascido no século XIX. Ah, mas na pele de um homem... É Maria Filomena Mónica, socióloga e historiadora, que nos dá uma entrevista com a contundência crítica a que já nos habituou. A ler, a partir da pág. 110.


Também a não perder, na pág. 118, a entrevista (polémica quanto baste) de António Lobo Antunes a Gonçalo Tavares, da qual irá resultar uma apresentação pública da última obra do escritor, O Arquipélago da Insónia. Leia e partilhe deste diálogo interessante sobre livros, leitura ... e prémios literários aos quais, segundo Lobo Antunes, só concorrem os escritores que estejam "à rasca"!

Jornal de Letras, nº 993, 22 de Out. a 4 Nov.

Le Clézio: Nobel da Literatura em 2008. Isto já sabemos. Mas ... quem é este escritor? O que escreve, como escreve, que rupturas estabelece com os seus antecessores? Respostas a estas e outras perguntas pode encontrá-l…

As escolhas de ...

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Conceição Manaia - professora de Geografia

José Cardoso Pires morreu há 10 anos

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Assinalando os 10 anos da morte de José Cardoso Pires, a biblioteca apresenta uma exposição bibliográfica do autor, com os livros que podem aí encontrar: "Balada da Praia dos Cães", "De Pofundis, Valsa Lenta", "O Delfim", "República dos Corvos", "O Hóspede de Job", "Alexandra Alpha", "Dinossauro Excelentíssimo" e "Lavagante". José Cardoso Pires nasceu no dia 2 de Outubro de 1925 e morreu no dia 26 de Outubro de 1998.

Exposição do 12º F

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No átrio do Bloco B, à entrada da Biblioteca, encontra-se uma exposição de trabalhos dos alunos de Desenho, do 12º F, organizada pela professora da disciplina Marina Pacheco. Os trabalhos consistiram na exploração, com base numa fotografia, de técnicas de representação em grafite sobre papel.

Sugestão de leitura

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O que diz Molero, de Dinis Machado
Para recordar Dinis Machado, falecido recentemente, escolhemos esta obra, que constitui uma verdadeira viragem no mundo da Literatura Portuguesa, pós 25 de Abril.
É um livro cheio de vida e de força, escrito com muito bom humor e que diverte imenso o leitor. Mas há também espaço para os pequenos dramas e passagens que nos fazem sonhar, como o fim da história que, evidentemente, não vamos revelar.
Como alguém já referiu: "um livro-bomba, uma obra de arromba", à vossa disposição na Biblioteca.

Prémio Nobel da Literatura para Jean- Marie Le Clézio

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O Prémio Nobel da Literatura 2008 é francês, tem 68 anos, escreveu mais de 50 livros e é um autor de culto em França. Nasceu a 13 de Abril de 1940, em Nice, filho de um cirurgião e de uma francesa da Bretanha, tendo ido aos oito anos com a família para a Nigéria, onde o seu pai foi colocado durante a II Guerra Mundial. Escreve ininterruptamente desde os sete anos. Escreveu contos, romances, ensaios, novelas, traduções de mitologia ameríndia. Le Clézio dedicou parte da sua obra a escrever sobre outas culturas, por exemplo sobre os ameríndios, pois diz que estes não têm tido oportunidade para se expressarem e acha importante que os europeu se encontrem com estas culturas tão diferentes. É considerado um "escritor de causas".
Algumas obras:
O Caçador de Tesouros, Deserto, Estrela Errante, Diego e Frida, Índio Branco, etc.

As escolhas de...

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As escolhas de Hernâni Gomes - professor de Filosofia

Destaques da imprensa

National Geographic, Outubro de 2008
Interessantíssimo artigo sobre o cérebro, arquivo das nossas memórias, que nos prega, às vezes, algumas partidas. Contada em jeito de história, venha conhecer a vida de EP e de outras pessoas que, como ele, perderam a memória e esqueceram esse facto, vivendo só no presente (págs. 2 e ss.)Algumas aves nasceram mesmo para a poesia. É verdade até que a vida de algumas se assemelha a um romance épico! Se não acredita, espreite as páginas 58 e ss. e delicie-se com as imagens lindíssimas de alguns destes "poetas". Divulgue, porque vale a pena!Os meus livros, nº 68, Outubro de 2008
Dois regressos à sua escolha: o de João Aguiar, com o romance "O Priorado do Cifrão", para quem gosta de romances históricos; e o de António Lobo Antunes, com "O Arquipélago da Insónia". Esperando que lhe causem boa disposição e não insónias, aqui ficam as nossas selecções. Boas leituras!

Dinis Machado, o "escritor de obras-primas"

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O escritor e jornalista Dinis Machado morreu na passada sexta-feira, dia 3 de Outubro, em Lisboa.
Aí nasceu a 21 de Março de 1930, filho de um árbitro de futebol conhecido como Oliveira Penalty. Dinis Machado escreveu séries para a RTP, argumentos e diálogos para filmes, fez crítica de cinema e, sob o pseudónimo de Denis McShade, publicou três romances policiais. Também escreveu poesia e alguns, poucos, livros. Mas o romance que o consagrou foi "O quediz Molero", em 1977, e que levou Clara Ferreira Alves, na sessão de relançamento da obra, trinta anos depois, a dizer "não podemos comemorar a carreira literária do Dinis, porque ele não a tem, tem meia dúzia de obras-primas (...) ", realçando que "O que diz Molero" era "um tratado sobre o que é ser português".
Podem encontrar o livro "O que diz Molero" na nossa biblioteca.

Dia dos Castelos - 7 de Outubro

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Os alunos da turma A do 8º Ano, sob a orientação da professora de História, Bela Maria Ferreira, assinalaram o Dia dos Castelos com uma exposição de trabalhos por eles elaborados, patente na Biblioteca da nossa Escola. A referida exposição consta de uma amostra de castelos de Norte a Sul do país, dando a conhecer uma parte do nosso património arquitectónico com fins defensivos.
Os alunos desenvolveram as pesquisas com muito empenho e agrado, como é manifestado nalgumas das conclusões dos trabalhos:

“Gostei de fazer esta pesquisa, pois com ela fiquei a conhecer melhor uma das construções existentes no sul do país, o castelo de Castro Marim”.
Leonardo Torres, nº 13

“Este trabalho serviu para eu aprender muito sobre a história do nosso país… descobri coisas fantásticas! O nosso património é muito rico e queria mostrar que, apesar de sermos um país pequeno, temos uma história linda!”
Valentina, nº 20


“Após a realização deste trabalho aprendi imenso sobre a História de Portugal e sobre este …

Centenário da morte de Machado de Assis

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Machado de Assis, escritor brasileiro do Século XIX que ombreava no Olimpo dos grandes escritores da época com Eça, Flaubert, Zola ou Tchecov, foi mestre na «arte de dizer as coisas sem parecer dizê-las».
Nasceu numa chácara, no morro do Livramento, no Rio de Janeiro. A mãe, açoriana de S. Miguel, fazia serviços domésticos para uma viúva rica. O pai, mulato, nasceu escravo, mas foi liberto e era pedreiro.
Machado de Assis,que, em pleno Brasil esclavagista, nasceu mulato, gago, epiléptico e pobre, é considerado o maior escritor brasileiro do século XIX, tornando-se o intelectual mais proeminente do seu país ainda em vida. Inovando na criação dos seus romances e contos, a sua obra permite conhecer a realidade da sociedade do Rio de Janeiro do século XIX .
Apesar de ser conhecido pelos seus romances, também escreveu contos (duas centenas, muitos deles considerados obras-primas), poemas e peças de teatro.
A nossa biblioteca assinalou a efeméride com uma pequena exposição sobre este autor.