Morreu o maestro Claudio Abbado

Com um lugar cimeiro entre as mais destacadas personalidade musicais dos últimos 60 anos, Claudio Abbado era um maestro extraordinário que não só nos legou interpretações inesquecíveis de um vasto repertório, que se estende do século XVIII até à música contemporânea, como teve ao longo da sua vida uma ação exemplar no que diz respeito ao incentivo e à formação dos jovens músicos ao mais alto nível.
Claudio Abbado estreou-se no La Scala de Milão em 1960 e, seis anos depois, com apenas 35 anos, iria assumir a direção artística do histórico teatro de ópera.
Nascido em Milão a 26 de Junho de 1933, Claudio Abbado associou ao La Scala a direção das mais destacadas formações mundiais da música, como a Filarmónica de Berlim, onde sucedeu a Herbert von Karajan, a Filarmónica e o Teatro de Ópera de Viena ou a Sinfónica de Londres.
Na sua extensa carreira internacional, passou duas vezes por Lisboa: em Maio de 1969, apresentou-se no Coliseu dos Recreios, no âmbito do 13.º Festival Gulbenkian de Música; em Outubro de 1997, dirigiu no grande auditório da fundação, no ciclo Grandes Orquestras Mundiais, a Filarmónica de Berlim e o Coro Gulbenkian, na interpretação da 2.ª Sinfonia de Mahler.
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